I
Ana, profana, ó, sana!
'Miga tão mana
Faz jus não à tua fama
Troca o caldo da cana
Pelo açaí da banana
Com granola, e desencana
Dessa lama, levanta da cama
Sê si mesma, fim de semana
Vossos mistérios, Suçuarana!
II
De antes do carnaval seu grito me faz mal ao pensamento e, no, dia à dia, alegria alegria, no convento, febre sob as águas, e toma, toma a Vaca Vegan que El Niño é teu, se o ar condicionado quebra é graças à deus, sim, todo PMDB deve ser castigado por tanto mal, e o inverno no Leblon nunca fora tão equatorial, e a Banda de Ipanema continua ainda engarrafando o trânsito do sul da Zona Sul, e o Céu de Verão da cidade à nascer nas pessoas (não o contrário), continua azul.
IV
Ae, ae, ae, ae
Ê, ê, ê, ê
Ôooooooooooo
(Mais uma!)
Ae, ae, ae, ae
Ê, ê, ê, ê
Ôoooooooooo...
V
Peço, agora, adeus
Que o ato de falho de se perder tempo
Seja enfim recompensado
Com muito mais tempo para se perder.
VI
Obrigado.
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