Essa tal de poesia
Que visto que vivo
Que espirro que respiro
E essa tal de boemia
De bares e becos de família
Que convento
A vida minha que frequento
Fazer de fazer de conta que nem se janta
Antes de sair de casa
O que se canta mesmo
Noite à fora, o que se é
O desconchavo de agora ir embora
A morte
A vontade de amanhecer sem hora
Antes que se perceba a disritmia
Que mais quem se quer
(e que se pode querer) é a ironia:
A paz.
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