Nem tenho medo do mundo
O mundo que me teme
O mundo que me tem
O mundo me teme porque ele é eu:
Sou eu o mundo, eu, na beira do horizonte, dobrando o firmamento, azul e lindo sou eu ali de braços cruzados n'encruzilhada pendendo na cruz a ponta da culpa caindo e quebrando feito gelo lá no fundo do copo da caipirinha. Com e sem sotaque gringo.
Mais 51, meu sinhô.
Mais um limão, por favor.
Vá um brinde à tanta sorte
E hipocrisia, meu penhor
De liberdade
Conquistado a traço forte.
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