Azul como o anil, a bala
tatua a mão no peito a estrada
pra brincar de ver no espelho um caminho
ouça outras saudades que guardei de ti
dentre tanto espaço em branco
dentre tanto dente e leite
e distâncias e abraços:
Você cheirando à manteiga,
você me guardando um segredo,
e torcendo pra dormir com a chuva
mais chuva
mais chuva...
veja agora minha boca aberta
como se fosse milagre;
nascer arco íris nessa parte da cidade.
sábado, 8 de junho de 2013
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