Prólogo: É preciso a morte dos amores perdidos. É preciso a morte do seu próprio amor quando já morto e renascer por algum outro. Não qualquer outro.
Com um certo coração empapado, de desespero por cafeína e esperança.
Urgência.
Estrelas cadentes,
Precisa-se do céu em outro lugar acima do teto
Cada milagre que já existiu, se faz necessário existir novamente, mesmo se enchente entre quatro paredes e às tragédias que deste fato viriam.
E se necessário desviver o viver ideal, deve se parir o mal se apenas pelo mal se ama. Por mais que os deuses que sangram jurarem o contrário.
Epílogo: Deveria o amor perfeito de cada Maria se embriagar de Cachaça barata e trair sua família. No final de cada conta, indicado seria amar devagar a vida porque pressa se tem desde já p'ra viver. Pois não se faz do próprio coração um Cálice e dele se bebe o sangue como se houvesse sede no mundo p'ra tanto.

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