Chega de céu neste chão
Vivendo aos poucos que se vive maisQue a noite acaba e emenda o dia
Com o Sol e a Lua partindo em dois
A terra cega e o infindo à vista
Firmamento firme no peito
Cheia essa cena de vidas inéditas
Basta o sangue seco
O beijo breve passado
A queimadura do Cigarro marcada no pulso
O horizonte apertado
Basta o rio nascer, por nós
D'uma boca nascente e só
Ria que ainda está medo
Chega de pena
De vida vivida a sós.

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