Azul da cor da pele sua. Lilás da cor da pele minha. O arco-íris pleno renascerá após a tempestade. Coloriremos a multidão inesperada mas compreensivamente pálida, branca e branda. O negro e rubro surgirão e chegarão pra nos compor a paleta.
Terremotos de nossa autoria tremularão as casas e edifícios e terrenos fechados pela especulação imobiliária. Permanecerá pálida, pois tumultuada, essa gente pois a sisudez da multidão se tornara um protocolo. Longa chuva há de vir. Desbotaremos como há de desbotar toda luz cuja dor é exposta à radioatividade, à gravidade dos astros, pois ao sal, ao léu.
Apesar da alternância de tons, nossa pele seguirá desafinando a hegemoneidade autoritária de quem se satisfaz com uma cor só. A rosa do dia de nossa autoria estampando o outro fundo do peito que, enfim afiado, desafiará o mormaço cansado. Cairá o verde nos braços que lhe farão levantar. Incêndio adentro o vermelho há de explodir como toda estrela que se preze.
Terremotos de nossa autoria tremularão as casas e edifícios e terrenos fechados pela especulação imobiliária. Permanecerá pálida, pois tumultuada, essa gente pois a sisudez da multidão se tornara um protocolo. Longa chuva há de vir. Desbotaremos como há de desbotar toda luz cuja dor é exposta à radioatividade, à gravidade dos astros, pois ao sal, ao léu.
Apesar da alternância de tons, nossa pele seguirá desafinando a hegemoneidade autoritária de quem se satisfaz com uma cor só. A rosa do dia de nossa autoria estampando o outro fundo do peito que, enfim afiado, desafiará o mormaço cansado. Cairá o verde nos braços que lhe farão levantar. Incêndio adentro o vermelho há de explodir como toda estrela que se preze.

Nenhum comentário:
Postar um comentário