segunda-feira, 18 de agosto de 2014

À Minha Irmã Leoa (Por Mais Manhãs de Aniversário)

Espalho teu nome no espaço
Que circunavega ao redor nosso
O peso marcado n'o tempo e à pele
Tal qual o chão pisado ou tuas pegadas!
Tal qual o continente, constante
Cuja marca permanece, tatuagem
Mesmo desbotada pelo atrito
Ou impermanente à paixão das eras

A Terra que nos alicerça os lados
Está ciente de tua tez e traços
E em sua firmeza te abarca e abraça
E em sua gigantez te ensina sobre
A gigantez que transborda um verso
Que transversa concretos! (pois quem queima, explode)
Luta! Pois é só quente que te protege o escudo!
Reluz! Tal qual a estrela que te afia a flecha!
Por mais que sejas a Leoa (e nem tanto o Sagitário).

Eis aqui a Dedicatória:
─ À minha irmã de fogo, por mais manhãs de aniversário.
Nestas palavras parece que nascemos meio século passado: 
Mais amor, mais sexo, mais sobremesa. Menos escritório.

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